
Antropóloga da UNESP encerra a primeira parte do curso para professores sobre trabalho de campo
Realizado
no dia 27 de junho de 2007, o V Módulo do Curso de Formação
Continuada de Professores, cujo tema foi - Elaboração do Relatório
de Campo, encerrou a primeira parte do curso, caracterizada como teórica,
onde foram lançadas as bases para a realização de maneira
mais satisfatória desta atividade complementar à
s práticas escolares. A responsável pelo Módulo foi
à antropóloga e docente da UNESP de Rio Claro, Profª.
Drª. Bernadete Castro, do Departamento de Planejamento Territorial
e Geoprocessamento (DEPLAN).

Professora expondo utensílos referentes ao Dia do
Índio
Neste dia, além dos professores terem o contato com as idéias da Profª. Bernadete, também tiveram a oportunidade de expor oralmente ou em forma de painel a maneira como tinham trabalhado com seus alunos o Dia do Índio (19/04), conforme atividade proposta pela pesquisadora no II Módulo, ocorrido no dia 29 de março. A criatividade demonstrada pelos educadores, assim como o retorno que os alunos deram das atividades propostas produziram excelentes e enriquecedores resultados. Maquetes, poesias, histórias em quadrinhos, livrinhos, desenhos e redações foram são alguns exemplos dos trabalhos realizados. Trabalhar com este tema (Índio) também teve como propósito desmistificar certos preconceitos e esteriótipos, que infelizmente ainda estão presentes na sociedade contemporânea, devendo ser uma obrigação do educador tentar quebrar certos paradigmas que distorcem a nossa realidade.

Atividades do V Módulo do Curso de FormaçãoContinuada
de Professores
Foi entregue aos professores uma avaliação da primeira parte do curso, enfocando tópicos como o desempenho dos palestrantes, a iniciativa e infra-estrutura do Museu da Energia e se o curso atendeu aos objetivos propostos. De maneira geral, analisando os comentários feitos pelos professores, o resultado foi extremamente satisfatório, por considerarem uma excelente oportunidade de contato com um conjunto de assuntos novos, para a grande maioria, e ao mesmo tempo como subsídio teórico para as atividades pedagógicas.
“Muito interessante o curso, pois além de aprender sobre assuntos que eu desconhecia, tive contato com professores e palestrantes com muito conhecimento”.
“O curso foi extremamente rico em referencial teórico, culminando com a troca de experiências práticas entre todos os participantes (...)”.
“O Museu da Energia é um lugar onde os alunos podem ter um contato direto com o que é estudado em sala. É muito importante este recurso visual e a oportunidade de conhecer de perto a Casa de Máquinas, visualizar os rios e ter este contato com a natureza”.
Foram
alguns dos comentários feitos pelos educadores.