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Usos e Costumes: lixo doméstico no Museu da Energia - Núcleo de Itu

Arqueologia Histórica

A arqueologia histórica tem como fontes de pesquisa os artefatos e seu contexto, as edificações e suas estruturas, os documentos escritos e os documentos iconográficos.

Os artefatos são os objetos feitos ou modificados pelo homem. A localização desses artefatos, conhecida como contexto do objeto, é muito importante para o arqueólogo. Através do contexto, os estudiosos podem datar corretamente o artefato e interpretá-lo com o conjunto dos objetos.

Além disso os arqueólogos contam com vestígios materiais que foram usados por uma cultura, mas que não foram produzidos por ela. É o caso de ossos de animais, fibras e sementes de plantas.

Os vestígios materiais e os registros escritos permitem ao pesquisador reconstituir um quadro mais amplo sobre os modos de vida e o cotidiano de grupos domésticos do passado.

Vestígios arqueológicos e documentos escritos não são a mesma coisa, isto é, eles não informam ao estudioso as mesmas coisas. Portanto, eles podem ser conflituosos entre si ou não e isso não é ruim, muito pelo contrário, podem enriquecer o nosso conhecimento sobre o passado.

A arqueologia histórica no Brasil se dedica a estudar os sítios arqueológicos do período que vai desde o início da colônia (1500) até os dias de hoje.

As escavações realizadas no quintal do Museu da Energia e estudos comparados de outros sítios ajudaram a compreender um pouco mais sobre como viviam as pessoas neste local, nos séculos XVII a XIX. Juntamente com documentos cartoriais e com relatos de viajantes à cidade no século XIX, a pesquisa ajudou a enriquecer o conhecimento sobre a urbanização da cidade.

Para saber mais consulte o site: http://www.itaucultural.org.br/arqueologia

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